
Participantes encerram ciclo de capacitações da Ouvidoria da Mulher (Foto: Filipe Jazz/TCE-AM)
MANAUS (AM) – A Ouvidoria da Mulher do Tribunal de Contas do Amazonas (TCE-AM) concluiu, nesta terça-feira (16), o ciclo de capacitações dos projetos “Ei, mano, segura tua onda” e “Ei, mana, não se cale”. A iniciativa reuniu servidores, colaboradores e estagiários em uma série de atividades voltadas à prevenção do assédio, ao enfrentamento da violência de gênero e à promoção de um ambiente de trabalho mais seguro, respeitoso e acolhedor.
As últimas atividades reuniram colaboradores, estagiários e estagiárias, encerrando uma programação iniciada em 1º de junho com palestras e rodas de conversa sobre assédio moral e sexual, violência de gênero, direitos das mulheres, acolhimento e construção de relações mais respeitosas no ambiente de trabalho.
“Temos trabalhado para que o Tribunal seja cada vez mais um espaço de acolhimento, respeito e valorização das pessoas. Iniciativas como essa contribuem para fortalecer uma cultura institucional baseada na dignidade, na igualdade e na convivência saudável”, destacou a conselheira-presidente do TCE-AM, Yara Amazônia Lins.
Diálogo e conscientização
Voltado ao público masculino, o projeto “Ei, mano, segura tua onda” promoveu reflexões sobre violência contra a mulher, assédio e o papel dos homens na prevenção dessas práticas. Já o “Ei, mana, não se cale”, direcionado ao público feminino, abordou assédio moral e sexual, violência de gênero, direitos das mulheres e mecanismos de proteção.
O integrante da Guardiã Maria da Penha da Guarda Municipal de Manaus, David Felipe da Silva, ressaltou que o projeto contribui para o combate à violência de gênero, ajudando a coibir situações de assédio e fortalecer ambientes mais seguros.
Participante de uma das capacitações, a estagiária Mikaelem Aires destacou a relevância da iniciativa.
“É um assunto que precisa ser cada vez mais falado. Participar de um encontro como este traz conhecimento sobre como identificar o que é ou não assédio. Vejo que as Ouvidorias aqui no Tribunal são muito ativas, e isso passa uma segurança de que não estamos sós”, afirmou.
Para a diretora da Ouvidoria da Mulher, Ana Paula Aguiar, o ciclo alcançou resultados positivos ao adotar atividades específicas para diferentes públicos.
“Tivemos um resultado muito produtivo. Quando passamos a trabalhar com grupos separados, percebemos maior adesão e participação. O objetivo sempre foi fazer com que todos se sentissem à vontade para perguntar, compartilhar experiências e se tornar multiplicadores dessas informações”, avaliou.
*Com informações da assessoria







