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Polícia

Policial que matou empresário se apresenta à polícia em Manaus

Israel Cohen foi baleado na noite de domingo (23), dentro de um mercadinho na rua Ferreira Pena, no bairro Centro, na Zona Sul de Manaus.

Jefferson Maia matou empresário com um tiro no peito (Foto: Divulgação)

Manaus (AM) – O policial militar Jefferson Andrey Gomes Maia, 42, conhecido como “Maia”, lotado nas Rondas Ostensivas Cândido Mariano (Rocam) que matou o empresário Israel Cohen Ribeiro da Costa, 39, se apresentou à polícia acompanhado de um advogado na manhã desta terça-feira (25). A equipe da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) cumpriu o mandado de prisão preventiva expedido junto à Justiça.

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Israel Cohen foi alvejado com um tiro no peito na noite de domingo (23), por volta das 23h38, dentro do mercadinho do sogro de 60 anos, na rua Ferreira Pena, no bairro Centro, na Zona Sul de Manaus. Momentos antes do assassinato, o empresário participava de uma rodada de bebidas alcoólicas com amigos e familiares, entre eles o policial Jefferson Maia.

Em determinado momento, Israel Cohen questiona Jefferson Maia para não cheirar cocaína e diz que o mesmo deveria dar exemplo por ser policial. Enfurecido, Maia desfere um tapa no empresário, que reage jogando uma garrafa de cerveja.

Jefferson Maia, por sua vez, vai até o carro, pega um revólver e atira contra o empresário, que mesmo sendo levado às pressas ao Hospital e Pronto-Socorro (HPS) 28 de Agosto, na Zona Centro-Sul, não resistiu ao ferimento.

O policial chegou a ser detido por uma guarnição da 24ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom), mas foi liberado pela equipe que fazia o patrulhamento na região. De acordo com os parentes da vítima, o policial possui histórico de arranjar confusão e, na mesma noite do crime, já tinha se envolvido em uma briga no bairro Praça 14 de Janeiro, na Zona Sul.

Com as provas concretas do crime, a equipe da DEHS solicitou à Justiça pelo mandado de prisão em nome Jefferson Maia, sendo este deferido na segunda-feira (24), pelo Plantão Criminal. Após os procedimentos, o policial será encaminhado para audiência de custódia na Central de Recebimento e Triagem (CRT), onde ficará à disposição da Justiça. 

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