×

Política

Lula ataca Bolsonaro e critica adversários em ato final

Presidente associa caso da Previdência ao governo anterior e critica rivais

Lula ataca Bolsonaro e critica adversários em ato final

Na avenida Paulista, em São Paulo, Lula faz último ato de campanha. (Foto: Ricardo Stuckert)

SÃO PAULO (SP) – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fez críticas ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e a adversários políticos neste sábado (3), durante uma caminhada em São Paulo que marcou o último ato de sua campanha antes do primeiro turno das eleições, previsto para domingo (4).

Durante o discurso, Lula atribuiu ao governo Bolsonaro a origem do que chamou de “quadrilha da Previdência” e afirmou que integrantes de sua gestão foram responsáveis por prender os envolvidos. A declaração foi feita ao comentar a atuação de integrantes do governo no caso.

Ao abordar o caso Master, o presidente afirmou que novas informações sobre o episódio estariam preocupando seus adversários. Em seguida, fez uma declaração em tom de provocação: “Só falta aparecer quem participou da orgia”. A fala foi feita durante o discurso de encerramento da campanha.

Lula apresenta eleição como disputa entre projetos políticos

O presidente também definiu a disputa eleitoral como um confronto entre diferentes visões para o país.

“De um lado tem a democracia e a soberania, do outro a barbárie”, declarou.

Em outro trecho, Lula afirmou que os eleitores derrotariam a extrema-direita e utilizou expressões como “fascistas” e “chefe de quadrilha” ao se referir aos adversários. As declarações fizeram parte das críticas políticas apresentadas durante a mobilização.

Lula também comparou os governos e afirmou que seus adversários teriam destruído estruturas que, segundo ele, foram reconstruídas por sua administração. Na área de educação e tecnologia, prometeu promover uma “revolução educacional e tecnológica” no Brasil.

Presidente pede participação de eleitores idosos

Durante a caminhada, Lula defendeu que a Avenida Paulista seja ocupada por diferentes grupos da sociedade. “A Paulista não é da direita, é do povo brasileiro”, afirmou.

O presidente ainda voltou a pedir que pessoas com mais de 70 anos compareçam às urnas neste domingo (4), apesar de o voto ser facultativo para essa faixa etária. O ato em São Paulo encerrou a agenda oficial de campanha do petista antes do primeiro turno.

You cannot copy content of this page