
Joana Darc corre o risco de ficar fora do Legislativo. (Foto: Hudson Fonseca/Aleam)
MANAUS (AM) – A deputada estadual Joana Darc (União Brasil) mudou o foco eleitoral em 2026 e passou a disputar uma vaga na Câmara dos Deputados. Em 2022, ela recebeu 87.182 votos e terminou como a segunda candidata mais votada para a Assembleia Legislativa do Amazonas.
A mudança de cargo altera a estratégia eleitoral da parlamentar. Ao não concorrer novamente à Aleam, Joana deixou de ter a alternativa de buscar diretamente um novo mandato estadual caso não consiga uma cadeira em Brasília.
Na reta final da campanha, uma projeção atribuída ao analista político Durango Duarte aponta uma disputa interna entre Joana e Tadeu de Souza dentro da Federação União Progressista. Segundo a análise divulgada, Tadeu aparece cerca de 10 mil votos à frente da deputada.
Projeção não representa resultado definido pelas urnas
A estimativa deve ser tratada como projeção, e não como resultado eleitoral. Na disputa para deputado federal, a distribuição das vagas segue o sistema proporcional, considerando a votação dos candidatos e o desempenho das legendas ou federações.
A própria análise citada considera a possibilidade de a federação conquistar uma ou duas cadeiras. Nesse cenário, a definição dos eleitos e eventuais suplentes dependerá da votação efetivamente obtida no domingo e dos cálculos da Justiça Eleitoral.
O desempenho de Joana em 2022 representa o principal antecedente eleitoral citado no material. Naquele pleito, ela ficou atrás apenas de Roberto Cidade entre os candidatos a deputado estadual do Amazonas.
Aldenor Lima também disputa vaga na Assembleia Legislativa
A mudança de Joana para a disputa federal ocorre paralelamente à candidatura de seu marido, Aldenor Lima, à Assembleia Legislativa do Amazonas.
Assim, os dois participam de disputas diferentes em 2026: enquanto Joana busca uma vaga na Câmara dos Deputados, Aldenor tenta conquistar uma cadeira na Aleam.
O resultado das duas candidaturas será definido pela votação e, no caso das eleições proporcionais, pela aplicação das regras eleitorais para distribuição das cadeiras.







