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Polícia

Homem é morto com tiros na cabeça e assassinos alteram cena do crime

A vítima foi aborda em um beco com siglas reverenciando narcotraficante e facção criminosa.

“Leandrinho Mil Grau” foi morto com dois tiros na cabeça (Foto: Diário Manauara)

Manaus – Um homem, conhecido apenas como “Leandrinho Mil Grau”, foi assassinado a tiros, por volta de 1h30, desta sexta-feira (3). O crime ocorreu no Beco Acocho com a Rua Boa Sorte, no bairro Presidente Vargas, também conhecido como “Matinha”, na Zona Sul de Manaus.

Testemunhas relataram que três homens, ainda não identificados, chegaram ao local em um carro, tipo Prisma, de cor preta, e placa não reconhecida. Em seguida, dois ocupantes desceram ao identificarem “Leandro Mil Grau”, e efetuaram os disparos à queima-roupa.

Após os tiros, um homem chegou a recolher as cápsulas deflagradas, com intuito de limpar a cena do crime. os assassinos fugiram tomando rumo ignorado.

Um morador, que preferiu anonimato, informou que a vítima era usuária de drogas e praticava vários roubos no bairro.

Com a vítima, um perito criminal, do Departamento de Polícia Técnico-Científica (DPTC), encontrou duas trouxinhas de maconha. A vítima foi atingida com dois tiros na cabeça.

As paredes do Beco Acocho foram pichadas reverenciando facção criminosa (Foto: Diário Manauara)

No local do crime, várias pichações com siglas da facção criminosa Comando Vermelho (CV). Em um dos muros, o narcotraficante Gelson Carnaúba, o “Mano G”, que está no presídio federal de Catanduvas, no Paraná, é reverenciado.

“Mano G”, é apontado pela polícia como narcotraficante de alta periculosidade. Ele foi um dos fundadores da facção criminosa Família do Norte (FDN), mas deixou a organização após uma briga com os outros líderes, os narcotraficantes José Roberto Fernandes Barbosa, o “Zé Roberto da Compensa”, e João Pinto Carioca, o “João Branco”. Após rompimento, ele se juntou ao Comando Vermelho (CV).

Os funcionários do IML fizeram a remoção do corpo (Foto: Diário Manauara)

O corpo da vítima foi removido ao Instituto Médico Legal (IML) para exames de necropsia e, posteriormente, ser liberado aos familiares. A Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) vai investigar o crime.

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