
Roberto Cidade é candidato à reeleição pelo União Brasil. (Foto: Reprodução/Instagram)
MANAUS (AM) – O governador e candidato à reeleição Roberto Cidade (União Brasil) afirmou neste domingo (4) que enfrentou adversários que, segundo sua avaliação, atuaram de forma conjunta para atacar sua candidatura. Ao votar em Manaus, ele classificou a campanha como um “bom combate” e demonstrou confiança no resultado das urnas.
Cidade chegou ao Centro Universitário Nilton Lins, no bairro Parque das Laranjeiras, zona centro-sul da capital amazonense, acompanhado do candidato a vice-governador, Serafim Corrêa (PSB), e de familiares.
Governador critica atuação dos adversários
Ao comentar a campanha eleitoral e sua participação nos debates, Cidade afirmou que precisou enfrentar os demais concorrentes e alegou que houve articulação entre eles para criticá-lo.
“Enfrentando todos os adversários. Está muito visível que estavam todos unidos contra a gente, batendo tabelinha para nos atacar, mas enfrentei todo mundo. Foi um bom combate e a verdade está aí”, declarou.
Questionado sobre o que faria diferente caso pudesse recomeçar a campanha, o governador disse que manteria a mesma estratégia. Ele avaliou que apresentou propostas viáveis e capazes de contribuir para a melhoria da qualidade de vida dos amazonenses.
Cidade aposta na disputa pelo segundo turno
O candidato também demonstrou confiança na possibilidade de continuar na disputa pelo Governo do Amazonas. Segundo ele, a campanha foi conduzida com tranquilidade e baseada em propostas que considera positivas para o estado.
“Estou muito confiante de que nós vamos para o segundo turno e vamos vencer as eleições”, afirmou.
Cidade acrescentou que acredita ter conseguido apresentar suas ideias ao eleitorado e ressaltou que a decisão final cabe à população.
“Eu tenho certeza que a população entendeu nossas propostas, nossas ideias. Agora é aguardar. Quem decide é o povo”, disse.
Ao deixar uma mensagem aos eleitores, o governador agradeceu o apoio recebido durante a campanha e afirmou esperar que os amazonenses escolham o que consideram melhor para o estado.







