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Política

Maria do Carmo critica uso da máquina pública nas eleições

Candidata do PL critica desigualdade na disputa e aguarda apuração para saber se poderá avançar ao segundo turno

Maria do Carmo critica uso da máquina pública nas eleições

Maria do Carmo após votação. (Foto: Reprodução)

MANAUS (AM) – A candidata do Partido Liberal (PL) ao Governo do Amazonas, Maria do Carmo, criticou o que classificou como uso excessivo da máquina pública e derramamento de dinheiro durante a campanha eleitoral. Ao votar na manhã deste domingo (4), em Manaus, ela avaliou que a disputa foi desigual e manifestou expectativa de avançar para o segundo turno.

Sem citar nomes, a candidata questionou as condições de concorrência entre os adversários e defendeu mecanismos para impedir que estruturas públicas sejam utilizadas para favorecer campanhas eleitorais.

“É uma campanha difícil, porque a gente luta contra três máquinas e isso torna a campanha muita injusta e desigual”, declarou.

Maria do Carmo votou no CMEI Professora Joelma Silva de Oliveira, no bairro Nossa Senhora das Graças, zona centro-sul da capital amazonense.

Candidata cobra controle do uso da máquina pública

A candidata defendeu medidas para evitar o uso de estruturas públicas em benefício de campanhas eleitorais. Para ela, a sociedade precisa discutir os impactos dessa prática e questionar sua normalização durante as disputas.

“As coisas que a gente ouve são surreais. A gente não deveria banalizar isso”, afirmou.

Maria do Carmo aguarda resultado das urnas

Ao comentar suas perspectivas eleitorais, Maria do Carmo demonstrou otimismo com a possibilidade de disputar o segundo turno, mas reconheceu que o resultado dependerá da apuração dos votos.

“Vou passar para o 2º turno. Vamos aguardar o resultado [da apuração] e depois celebrar com nossos correligionários, com aqueles que caminharam com a gente”, declarou.

Esta é a terceira participação da candidata em uma eleição. Em 2022, ela concorreu como suplente na chapa do ex-prefeito de Manaus Arthur Virgílio Neto. Dois anos depois, foi candidata a vice-prefeita na chapa de Alberto Neto, derrotada por David Almeida no segundo turno da disputa municipal.

Ao avaliar a campanha atual, Maria do Carmo destacou a receptividade que afirma ter encontrado nas ruas, especialmente nas periferias, onde, segundo ela, vivem pessoas em situação de maior vulnerabilidade social.

Alianças dependerão de afinidade ideológica

Sobre as articulações para um eventual segundo turno, a candidata afirmou que possíveis alianças dependerão da compatibilidade entre os valores e princípios dos grupos políticos envolvidos.

“Desde que haja identidade de valores e princípios. Não vamos fazer qualquer tipo de aliança”, afirmou.

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