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Polícia

Dupla é presa por vender oxigênio industrial como insumo medicinal

Luiz Guilherme Medeiros Pereira, 25, e o sogro dele, Ludgero Carlos da Rocha Neto, 55, estavam sendo investigados pela equipe do 10º DIP

Sogro e genro foram presos pela equipe do 10º DIP (Fotos: Divulgação)

Manaus (AM) – Em meio ao caos da pandemia do novo coronavírus no estado do Amazonas, dois golpistas foram presos por policiais civis do 10º Distrito Integrado de Polícia (DIP), na tarde desta quinta-feira (11), na rua Luanda, no conjunto Campos Elíseos, bairro Planalto, Zona Centro-Oeste da capital amazonense.

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De acordo com o delegado Denis Pinho, titular do 10º DIP, Luiz Guilherme Medeiros Pereira, 25, e o sogro dele, Ludgero Carlos da Rocha Neto, 55, estavam sendo investigados pela equipe da unidade policial após denúncias por venderem oxigênio de uso industrial como insumo medicinal para pacientes no tratamento da Covid-19, ao preço de R$ 7 mil.

“Genro e sogro já enganaram várias pessoas, uma delas é uma idosa de 76 anos, que está acamada no tratamento por conta da Covid-19. Para continuar o tratamento em casa, a família comprou da dupla um cilindro por R$ 7 mil, mas o oxigênio contido no recipiente era para uso industrial e não para fins terapêuticos. Depois de vendido, eles bloqueavam o contato da vítima. Após descobrirem o golpe, os familiares formalizaram a denúncia no 10º DIP, que iniciou as investigações”, explicou.

O cilindro para fins industrial era vendido como oxigênio medicinal (Foto: Divulgação)

Os investigados foram monitorados e, ao tentarem aplicar mais um golpe, a dupla recebeu voz de prisão em flagrante. Em seguida, os golpistas foram apresentados no 19º DIP para procedimentos cabíveis. Eles irão responder pelos crimes de falsificação de produto terapêutico e infrações penais na relação de consumo.

Ao término das medidas legais, Luiz Guilherme e Ludgero Carlos serão encaminhados na tarde desta sexta-feira (12) para audiência de custódia por videoconferência na Central de Recebimento e Triagem (CRT), no quilômetro 8 da BR-174, onde ficarão à disposição da Justiça.

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