
Marco Furlan foi preso em flagrante e teve a prisão mantida em audiência de custódia. (Foto: Reprodução)
O ator Marco Furlan, de 48 anos, foi preso em flagrante no último domingo (2), em Pindamonhangaba, no interior de São Paulo, suspeito do crime de estupro de vulnerável contra uma criança de 5 anos. O caso é investigado pela Polícia Civil e tramita sob sigilo por envolver uma vítima menor de idade.
Segundo o boletim de ocorrência, familiares da criança perceberam que ela chorava durante a festa de aniversário onde o fato teria ocorrido. A mãe da vítima foi até um dos cômodos da residência, acompanhada por outras pessoas presentes no evento, e encontrou o suspeito no local.
Ainda conforme o registro policial, participantes da festa impediram que Marco Furlan deixasse a casa antes da chegada da Polícia Militar. O ator permaneceu no imóvel até ser detido pelos policiais e encaminhado à Delegacia de Polícia de Pindamonhangaba.
Em nota, a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP) informou que o suspeito foi autuado em flagrante pelo crime de estupro de vulnerável. A prisão foi mantida após audiência de custódia.
A Polícia Civil também solicitou autorização da Justiça para apreender aparelhos eletrônicos do investigado, entre eles celulares e computadores, que poderão ser periciados para auxiliar na investigação.
Observação editorial
Em respeito ao princípio da presunção de inocência e às boas práticas do jornalismo, a reportagem utiliza a expressão “suspeito”, uma vez que não há condenação definitiva. Também preserva integralmente a identidade da vítima, conforme determina o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
Carreira
Antes da prisão, Marco Furlan construiu carreira como ator na televisão, no teatro e na publicidade.
Em 2009, ganhou projeção nacional ao interpretar o personagem Heitor na segunda temporada da série Aline, da TV Globo. Também integrou o elenco da série Mulher de Fases e participou do programa Escola do Amor, da Record.
Além da atuação na televisão, participou de espetáculos teatrais, musicais e campanhas publicitárias para empresas como Cacau Show, Toddynho, Unimed, Campari, Renner e AXN.
Nos últimos anos, também frequentava eventos voltados ao gênero true crime, participando de encontros e lançamentos de livros relacionados ao tema.
Até a publicação desta reportagem, não havia manifestação pública da defesa do ator sobre a prisão. A investigação prossegue sob responsabilidade da Polícia Civil.








