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Ginecologista nega acusação de estupro e afirma que ato foi consentido pela mulher

 O médico ginecologista negou o crime ao prestar esclarecimentos no 9º DIP - foto: Lucas Pereira


O médico ginecologista negou o crime ao prestar esclarecimentos no 9º DIP – foto: Lucas Pereira

Investigado por suspeita de estupro, o médico ginecologista Afrânio George, 50, prestou esclarecimentos na tarde de sexta-feira (7), no 10º Distrito Integrado de Polícia (DIP), bairro Alvorada, Zona Centro-Oeste de Manaus. Ele foi acusado por uma paciente de 26 anos, após praticar o crime na noite de terça-feira (4), dentro consultório dele, localizado no mesmo bairro.

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De acordo com as informações do titular da unidade policial, delegado Paulo Benelli, o médico negou o crime de estupro e afirmou que o ato sexual foi consentido pela paciente. O ginecologista disse que a mulher era paciente dele há pelo menos seis anos.

“O médico relatou que manteve a relação sexual com a paciente e que o ato consensual foi em cima da mesa onde são realizados os procedimentos ginecológicos. Após o ato, a mulher saiu normalmente na companhia de dois amigos. Segundo ele, se mostrou surpreso com a denúncia”, disse o delegado.

O delegado Paulo Benelli, afirmou que a mulher fez exames solicitados pelo Instituto de Criminalística (IC) e ao Instituto Médico Legal (IML), e o resultado deve sair até a próxima terça-feira (11).

“Vamos aguardar o resultado dos exames e ouvir outras pessoas que estavam na clínica no dia do fato. O resultado deve apontar se a mulher foi estuprada ou não”, explicou Benelli.

Crime

A mulher, cujo nome não foi revelado, denunciou o crime, na tarde de terça-feira (04), após ter sida estuprada dentro da clínica, no bairro Alvorada 2, Zona Centro-Oeste. O nome da clínica não foi revelado.

O ginecologista foi indiciado por estupro, mas após prestar esclarecimentos, ele foi liberado para responder pelo crime em liberdade.

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